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OTIMIZAÇÃO DE REUSO HÍDRICO E TRATAMENTO DE EFLUENTES EM INDÚSTRIA QUÍMICA

O DESAFIO DA OPERAÇÃO

 

Uma indústria química localizada em Belford Roxo acreditava estar operando um sistema eficiente de reuso de água. A operação utilizava água tratada para lavagem de pisos e equipamentos, e esse efluente retornava ao sistema, completando o ciclo.

 

O sistema escondia uma falha estrutural grave. A cada ciclo de reutilização, a carga poluidora da água aumentava progressivamente. Não havia remoção efetiva dos contaminantes entre um ciclo e outro. Na prática, o sistema deixava de tratar e passava a concentrar.

 

A consequência direta foi a necessidade crescente de destinação externa do efluente, já em níveis elevados de contaminação, via contêineres para tratamento offsite. Isso introduziu um segundo problema: dependência operacional de terceiros e aumento contínuo de custo à medida que o problema se agravava.

 

O cliente precisava de uma solução que interrompesse esse ciclo de concentração e permitisse o reuso real, não apenas a recirculação de água contaminada.

O DIAGNÓSTICO TÉCNICO

A GIGWATER realizou uma caracterização aprofundada do efluente, e os resultados evidenciaram um sistema completamente fora de equilíbrio, com múltiplos vetores de risco simultâneos.

 

A DBO estava acima de 8.000 mg/L. A fração solúvel desse contaminante era significativa, indicando baixa eficiência de remoção no tratamento existente. Foram detectados ainda sulfetos e nitrogênio amoniacal em concentrações relevantes, além de registro de metais, incluindo cromo nas análises iniciais. A condutividade elétrica e os sólidos dissolvidos totais estavam elevados, provenientes de correntes de regeneração do processo químico.

 

O sistema adotado até então era baseado em processo físico-químico em batelada, com capacidade limitada e baixa frequência operacional. A GIGWATER identificou três limitações que, combinadas, inviabilizavam a estabilidade do tratamento.

 

A primeira limitação era a ausência de equalização real. A segunda limitação era a baixa capacidade de remoção de carga solúvel. Por último, a estabilidade do sistema passava pelo operador, não pelo processo. O resultado era um sistema que funcionava pontualmente, mas não sustentava operação contínua com estabilidade.

FLUXOGRAMA ETE INDUSTRIAL
LAYOUT ETE INDUSTRIAL

RESULTADO DA CONSULTORIA

A consultoria técnica realizada pentregou à indústria química ganhos concretos antes mesmo da implantação da nova solução de tratamento.

ENTENDIMENTO REAL DO PROBLEMA DO SISTEMA

AVALIAÇÃO CLARA SOBRE OS GASTOS DA OPERAÇÃO

CONHECIMENTO DA CAUSA RAIZ DO DESAFIO

ANÁLISES LABORATORIAIS PRECISAS

PROJETO CONCEITUAL ETE INDUSTRIAL
PROJETO CONCEITUAL ETE INDUSTRIAL

Se sua indústria opera com reuso de água mas suspeita que o sistema está apenas concentrando poluentes em vez de tratar, ou se seus custos com destinação externa de efluente só aumentam com o tempo, nossa equipe pode te auxiliar.

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